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o plástico |
o processo produtivo |
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O know how e o serviço -
activos fundamentais que a Intraplás proporciona aos
seus clientes - advêm não apenas da experiência mas
também da capacidade de integração do processo
produtivo, indo desde a Extrusão
à Impressão,
passando pela Termoformação.
Importa, por isso, apresentar de forma genérica as
três tecnologias que compõem o processo
produtivo da Intraplás.
A EXTRUSÃO

A extrusão é o processo que tem maior
importância na transformação dos
plásticos, se
considerarmos como método de avaliação a quantidade
de polímero transformada
anualmente por cada uma das
tecnologias empregues na transformação de
termoplásticos.
A extrusão consiste em fazer passar sob a acção da
pressão um material através de um orifício com forma
mais ou menos complexa (fieira), de modo a fazer com que
o material adquira uma secção transversal igual à do
orifício.
Na extrusão de termoplásticos o processo não é tão
simples, pois durante o processamento o polímero é
fundido dentro de um cilindro e posteriormente
arrefecido numa calandra. Este processo é, normalmente,
contínuo, sendo usado para a produção de perfis,
filmes plásticos, folhas plásticas, etc.
A TERMOFORMAÇÃO
A
termoformação consiste em aquecer uma folha de
termoplástico acima de Tg (para os polímeros amorfos)
ou perto da fusão (para os polímeros semi-cristalinos), forçando-a depois de encontro às
paredes de um molde. Em contacto com o molde arrefecido
pela circulação de um fluído (geralmente a água), o
material arrefece ficando com a forma que o molde lhe
deu. Finalmente, o molde abre e procede-se à
extracção da peça.
A termoformação de plásticos é actualmente muito utilizada na produção de embalagens para a indústria alimentar.
A IMPRESSÃO

A impressão é uma tecnologia de
acabamento que pode assumir diversas formas, usando as
mais variadas técnicas. O processo de impressão
utilizado na Intraplás é o Off Set a seco.
Off Set a Seco
O processo de impressão Off Set
a seco consiste na reprodução na superfície das
peças plásticas de imagens e textos, de modo a
torna-las mais atractivas ao consumidor.
O processo começa com a elaboração dos clichés
(chapas metálicas com relevo em fotopolímero do
motivo a imprimir) a partir duma imagem.
A imagem é decomposta segundo as cores que a
constituem, sendo produzidos tantos clichés
quantas as cores que estavam presentes na imagem (até
8 cores directas diferentes, limite permitido pelas
máquinas).
Decomposta a imagem segundo as cores, são produzidos os
clichés. Cada um deles tem em relevo a parte
da imagem correspondente à respectiva cor. A cada cliché
está, pois, associada uma cor específica.
Depois de elaborado, cada cliché é montado no
respectivo tambor porta-clichés da máquina,
tendo este a possibilidade de rodar sobre si mesmo. Neste
movimento de rotação dos tambores, cada cliché
toca, assim, no rolo de borracha do tinteiro que contem a tinta de
cor correspondente à
parte da imagem que está no cliché. Depois de
terem passados pelos tinteiros, os clichés
montados nos tambores porta-clichés transmitem
a tinta recolhida a uma borracha montada num outro
tambor que, possuindo igualmente um movimento de
rotação, toca tangencialmente todos os tambores
porta-clichés. Esta borracha, por sua vez,
depois de ter recolhido as tintas de todos os clichés
que constituem a imagem a imprimir, vai tocar a
superfície da embalagem, depositando nesta todas as
tintas adquiridas, produzindo assim a impressão.
As embalagens passam depois para uma zona onde são
expostas a lâmpadas U.V., de modo a proceder à secagem das tintas.
Este processo é utilizado para
imprimir as embalagens, copos e tampas que são
produzidos na termoformação.
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